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sábado, 12 de novembro de 2016

Legião Urbana e Catedral

Legião Urbana e Catedral
Em meados dos anos 2000, o que mais acontecia eram brigas entre os fãs da Legião Urbana e da banda Catedral. A banda Catedral possuia uma semelhança indiscutivel com canções e sonoridade da Legião Urbana ,porém seus integrantes jamais admitiram que copiassem ou se inspirassem na banda de Brasilia. O vocalista da banda já chegou a fazer postagens em suas redes sociais com certos "deboches" a Legião Urbana mas acabava sendo alvo de criticas até mesmo dos próprios fãs por isso.
Em 2002,os ex-integrantes da Legião Urbana e o vocalista da banda Catedral se envolveram numa "lavagem de roupa" pública onde Dado e Bonfá soltaram o verbo para cima do Catedral e o Kim desceu o verbo para cima dos legionários,sobrando até para Carlos Trilha que na época produzia o 2° álbum solo do Marcelo Bonfá e o álbum "não-gospel" do Catedral.
Bom ,a briga não levou a nada , porém muitos fãs se dividiram ainda mais,pois na época era o "auge" da banda Catedral.
Desentendimentos vai , desentendimento vem, o Catedral começou a tocar músicas da Legião Urbana em seus shows e assim foi por um bom tempo.
Em 2006/2007 aproximadamente o vocalista da banda Catedral,Kim, postou essa foto em seu blog pessoal tirada numa festa da EMI Music Publishing ( editora que tambem cuidava dos direitos das letras do Catedral na época) junto com Dado Villa-Lobos.
Seria os fim das brigas e ofensas?
Não se sabe , mas a postagem causou muita surpresa entre os fãs.Pouco tempo depois ele acabou apagando a foto.
Mas, graças a nossos amigos conseguimos trazer essas curiosidades. A foto foi salva e está aí.
Kim e Dado Villa-Lobos

Foto Original: Blog pessoal do Kim
Créditos da imagem salva: Carlinhos Júnior
Página: https://www.facebook.com/ArquivoLegiao

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Uma obra atual até no próximo milênio



Foi no dia 11 de outubro de 1996, lembra o Uol, que o rock brasileiro perdia um de seus maiores expoentes. Renato Russo liderou a Legião Urbana e a transformou numa banda de 25 milhões de discos. Foi autor de canções que, 20 anos depois, ainda estão na ponta da língua de sua legião de seguidores.

O trabalho jornalístico produzido pelo Uol é um dos mais completos sobre Renato Russo, onde o leitor-fã encontrará uma homenagem em forma de obituário, fotos e infográficos que mostram o que mudou no Brasil desde o lançamento de ‘Perfeição’.
Eduardos e Mônicas da vida real também enviaram seus relatos para compor esta página, que conta ainda com depoimento de Paulo Ricardo, quiz, crítica e vídeo e, claro, música.
Em 11 de outubro de 1996, o rock brasileiro perdia um de seus maiores expoentes. Renato Russo liderou a Legião Urbana e a transformou numa banda de 25 milhões de discos. Foi autor de canções que, 20 anos depois, ainda estão na ponta da língua de sua legião de seguidores.
Neste especial o leitor encontra uma homenagem em forma de obituário, fotos e infográficos que mostram o que mudou no Brasil desde o lançamento de ‘Perfeição’. Eduardos e Mônicas da vida real também enviaram seus relatos a, que conta ainda com depoimento de Paulo Ricardo, quiz, crítica e vídeo e, claro, música.
“Ele afirmava ser ‘impaciente e indeciso’, declarava sua indignação com a sujeira das favelas e do Senado, clamava pelo amor ‘como se não houvesse amanhã’, posta a edição especial do Uol, anunciando a morte do maior ídolo do rock brasileiro, em matéria assinada por Fernanda Pereira Neves.
Leia a reprodução do texto
Renato Manfredini Júnior, mais conhecido como o cantor e compositor Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, morreu hoje, 11 de outubro de 1996, no Rio.
O poeta de uma geração, que ele chamou certa vez de “geração Coca-Cola”, tinha 36 anos. Estava magro, depressivo, recluso e morreu à 1h15 da madrugada, ao lado do pai, em seu apartamento em Ipanema.
Renato Russo tinha o vírus HIV há seis anos e estava com anorexia grave, segundo seu médico, Saul Bteshe.
“Ele morreu por causa de complicações da doença”, afirmou o médico à Folha. A mãe do artista, Carminha Manfredini, disse que “ele quis chegar ao fim. Não se suicidou, mas simplesmente não lutou”.
A cerimônia de cremação, acontecerá na manhã de hoje no cemitério São Francisco Xavier, no Caju (região portuária do Rio).
Comenta-se que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, companheiros dele na Legião Urbana, irão anunciar o fim da banda nos próximos dias.
Nascido na capital fluminense, Renato passou a maior parte da infância na Ilha do Governador (zona norte) com os pais e a irmã mais nova.
Era agitado, bem-humorado, nada tímido. Tirava notas boas na escola –desde matemática até história, lembra um colega–, ouvia de música clássica a Beatles dos pais e fazia imitações na frente da TV para divertir a irmã.
Mas foi em Brasília, na adolescência, que teve a relação com a música estreitada. Talvez por culpa de uma doença no ossos. Aos 14 anos, passou por uma cirurgia na perna e deu uma pausa na escola. Sem poder levantar, fez uma nova amiga: a vitrola ao lado da cama.
Foi um ano, talvez um ano e meio, ouvindo, tocando, escrevendo – inclusive um livro.
Ao se recuperar, transformou a música em uma forma de fazer amigos. “A gente trocava ideia pelos LPs. Descobrimos o movimento punk como uma forma de se manifestar num período de ditadura”, relata Bonfá, que aponta Renato como um “irmão mais velho”.
Os protestos, ideias e frustrações eram colocados no papel por Renato. Às vezes, eram rabiscos que demoravam para ganhar um fim. Chegavam a levar anos.
Outras vezes, suas letras eram trabalhadas pelos colegas como num jogral. “A gente fazia estilo banda de garagem, cada um falando o que vinha na cabeça”, diz Bonfá.
No fim, as canções eram apresentadas em shows do Abordo Elétrico e, depois, do Legião Urbana. Foi assim que Eduardo e Mônica se encontraram, que João de Santo Cristo se aventurou e morreu na capital federal e que uma geração se declarou filha da revolução.
A primeira banda durou menos de três anos, sem disco gravado. Já a Legião Urbana passou 14 anos em atividade, lançou oito discos de estúdio, vendeu cerca de 25 milhões de cópias e não há nenhum sinal de que esteja perdendo popularidade.
Contrariando o título (“Ainda É Cedo”) de um de seus primeiros sucessos, não é cedo para afirmar: a obra de Renato Russo ainda será atual no próximo milênio.
Fonte: http://www.notibras.com/

Eu Vou Falar de Mim!

“Eu vou falar de mim. Eu tenho mais ou menos 30 anos. Eu sou do signo de Áries. Eu nasci no Rio de Janeiro. Eu gosto da Billie Holiday e dos Rolling Stones. Eu gosto de beber pra caramba de vez em quando. Também gosto de milk-shake. Eu gosto de meninas, mas eu também gosto de meninos. Todo mundo diz que eu sou meio louco. Eu sou um cantor numa banda de rock n’ roll. Eu sou letrista e algumas pessoas dizem que eu sou poeta".






Idealizadora: Juliana Séspere

terça-feira, 12 de julho de 2016

“URBANA LEGIO OMNIA VINCIT...”

“Legião Urbana a tudo vence”. Este era o lema de uma das melhores bandas da história da música brasileira.
A frase que está presente em todos os discos da Legião Urbana (com exceção do ultimo CD da carreira, “A Tempestade”) é uma adaptação da frase do ditador romano Julio César, “Romana Legio Omnia Vincit”, que significa: “Legionários Romanos a tudo vencem”.

A banda Legião Urbana, um verdadeiro MITO da história da música nacional, era comandada pelo maior poeta do rock brasileiro, a messiânica e imortal criatura, Renato Russo.
Renato Manfredini Júnior, além de grande músico, foi um dos melhores letristas que o Brasil já teve. Suas magníficas letras iam de críticas políticas e sociais até as mais românticas, profundas e delicadas composições já feitas.
Amor, morte, dor, sofrimento, política e sociedade eram alguns dos assuntos colocados em questão nas letras de Renato Russo.
Ao analisar suas composições, descobre-se que cada detalhe é perfeito e significativo, nada está ali por acaso e tudo nasce de questões filosóficas, literárias ou até bíblicas, aliás, muitas de suas canções intertextualizam, por meio de paráfrases, paródias e citações, outros diversos MITOS da história.
Em sua música “Monte Castelo”, com citações do soneto número 11 de Luis Vaz de Camões (“Amor é fogo que arde sem se ver”) e do capítulo 13 de Coríntios (livro da bíblia), ele homenageia os “heróis” brasileiros mortos e feridos na batalha de Monte Castelo (no norte da Itália), que ocorreu no final da segunda guerra mundial e teve participação da Força Expedicionária Brasileira.
Tudo em suas canções não são do jeito que parecem ser e tem significados que não são compreendidos se a música for levada ao pé da letra. Para ouvir “Legião” é preciso ter uma sensibilidade muito grande, é preciso estar preparado.
Em sua composição Índios, além de demonstrar sua insegurança e desespero em relação ao futuro de nosso país, coloca em sutis palavras sua tentativa de suicídio ao cortar os pulsos, dias antes de compor a música: “Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda...”. Como ele mesmo definiu a própria canção: “Essa música não fala de Índios. Ela fala de “Índios”.
Outra canção de grande impacto da banda que vale a pena ser citada é: “Metal contra as nuvens”, que além de se referir curiosamente à santa inquisição como “O Sopro do Dragão”, faz analogias com fatos medievais que são vivenciados por ele mesmo nos dias de hoje, como ter suas músicas presas pelos direitos autorais no mandato do presidente Collor.
Entre tantas outras canções sensacionais; “Pais e Filhos”, que aborda, de forma impressionante, as diversas relações e conflitos que pode haver em uma família; a música “Faroeste Caboclo”, que contém 159 versos, nos quais nenhum se repete; a sensibilíssima “Vento no Litoral”, que trata da perda de um grande amor do cantor; a instigante “Há Tempos”, que é extremamente plurissignificativa, cada um a entende de um jeito, mas, o próprio cantor, em uma entrevista, diz estar se referindo o tempo todo à Ditadura Militar (1964 – 1984); a sensacional “Tempo Perdido”; a preferida de Renato Russo, “Giz”; Eduardo e Monica; e muitas outras que marcaram época, devem ser lembradas.
Questões curiosas como estas, são encontradas em praticamente todas as letras do eterno compositor, portanto, precisaríamos de um grande livro e não uma simples matéria para abordar todas elas.
A banda Legião Urbana é eterna e o Renato Russo... É um MITO.

“Nós estamos aqui no palco... mas a verdadeira Legião Urbana... são vocês!”
(Renato Russo)

domingo, 3 de julho de 2016

Nas Tramas da História – Legião Urbana



Hoje vamos falar de um dos álbuns mais marcantes para o Rock no Brasil: Legião Urbana, de 1985. Desde a chegada do gênero ao país, no final dos anos 1950, muitas foram as suas transformações. Passando pelas experiências da Jovem Guarda e doTropicalismo, representado por nomes como os Mutantes — que inclusive já foram tema de reflexão nesta coluna. Clique aqui e confira — o estilo musical mais identificado com a juventude passou por inúmeras transformações. Os anos de censura e cerco às ideias consideradas subversivas aproximavam-se do fim, e mais uma vez a juventude seria atriz de um quadro geral de profundas mudanças.
O cenário musical/cultural da Capital Federal seria marcado pela emergência da primeira geração dos crescidos em Brasília. Afastados do resto do país, mas próximos do mundo, a geração de 1980 bebia das referências Punks e Pops, construindo um quadro de inspirações bastante distinto.





Foi a partir do encontro dos jovens Renato, ex-Aborto Elétrico, Dado e Marcelo que surgiria o Legião Urbana. A eles juntar-se-ia o baixista Renato Rocha, que faleceu recentemente. A banda acompanhava tendências temáticas e musicais que se faziam presentes no País durante o período e venciam as debilidades relacionadas às capacidades técnicas de composição com letras explosivas e contundentes que representavam esperanças, utopias, dores e frustações dos filhos da revolução.

















Num incrível sucesso de receptividade, quase todas as faixas do álbum tornaram-se sucessos entre o grande público jovem, com destaque para a primeira faixa do disco: Será.
Ecoando o sentimento de muitos, a canção apresenta dúvidas quando ao futuro e insatisfações com o presente, reflexo da percepção de uma geração que abandonava cada vez mais os alicerces de sustentação simbólica, ideológica e cultural do regime civil-militar e que assistia a (re)construção da democracia pelos mesmos atores que estiveram na interpretação do teatro político entre 1964 e 1985.
Clique aqui para conhecer o impacto da música!
Galera, ficamos por aqui hoje. Um forte abraço e não se esqueça: Não vá se perder por aí!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

10 curiosidades sobre... Renato Russo

Ainda hoje, 20 anos após sua morte, Renato Russo ainda possui uma legião de fãs espalhados pelo Brasil. São pessoas que acompanhavam o seu trabalho e o do Legião Urbana desde aquela época ou jovens que conheceram suas músicas tardiamente, mas mesmo assim se identificam com as letras do compositor, por isso disseminam suas canções por aí. Acompanhe conosco, 10 coisas que você provavelmente não sabia sobre ele.

1-  Renato Russo, certa vez colocou uma bola de sorvete de morango no nariz, para brincar que era um palhaço, e foi atacado por um labrador.

2- Renato Russo também foi professor de inglês.

3- Renato Russo escreveu a música Índios após ter cortado os pulsos numa tentativa de suicídio (por isso "...eu quis o perigo e até sangrei sozinho...".

4- O corpo de Renato foi cremado e suas cinzas lançadas sobre o jardim do sítio de Roberto Burle Marx.

5- Renato possuia três pinos de platina na bacia devido a uma doença óssea que ele enfrentou na adolescência.

6-  Mesmo com o fim, a Legião ainda é o terceiro grupo musical da gravadora EMI que mais vende discos em todo o mundo, com uma média de 250 mil cópias por ano.

7- Renato Manfredini Júnior inspirou-se nos filósofos Jean-Jacques Rousseau e Bertrand Russel, e também no cineasta Ken Russel para escolher seu nome artístico: Renato Russo.

8- Depois de um show muito conturbado onde houve pancadaria e muitos feridos, Renato prometeu nunca mais fazer um show em Brasília, e foi o que aconteceu. Alguns fãs colocaram frases nos muros da cidade “Legião, não volte mais!” e não voltou mesmo.

9- Eduardo e Mônica eram amigos de Renato na época que ele fez a música, claramente baseada no romance desse casal. “E a nossa amizade dá saudade no verão…”

10-  Aos 15 anos, Renato sofreu de uma doença rara chamada Epifiólise, que tira os movimentos das pernas. A doença durou dois anos e neste período Renato estudou e leu muito. Em 1977, Renato passou direto no vestibular para jornalismo.

Fontes: Letras.com.br

sexta-feira, 13 de maio de 2016

6 coisas que você não sabia sobre Renato Russo

A banda Legião Urbana com certeza foi uma das melhores bandas que esse país já viu. O seu vocalista “Renato Russo” foi um dos grandes pilares desse sucesso, suas letras falavam o que as pessoas queriam ouvir e não tinham coragem de pedir. Com certeza ele iniciou uma nova era na música brasileira. Confira 7 curiosidades sobre esse grande gênio:
#1 – Em 1990, durante um show no Pacaembu em São Paulo, Renato Russo ironizou a banda “inimigos do Rei” que havia comentado dias atrás que a música deles (Uma Barata Chamada Kafka) era tão importante quanto “Pais e Filhos”, e Renato Russo disse no show: “Essa música é dedicada a todas as pessoas que acham que barata é mais importante que a pessoa que a gente ama”.
#2 – Eduardo e Mônica eram amigos de Renato na época que ele fez a música, claramente baseada no romance desse casal. “E a nossa amizade dá saudade no verão…”
#3 – Renato Russo, certa vez colocou uma bola de sorvete de morango no nariz, para brincar que era um palhaço, e foi atacado por um labrador.
#4 – Paralelamente à sua carreira com o Legião, Renato Russo gravou três discos solo: The Stonewall Celebration Concert (1993), Equilíbrio Distante (1995) e O Último Solo (1997).

#5 – Renato Russo também foi professor de inglês.
#6 – Renato Russo escreveu a música Índios após ter cortado os pulsos numa tentativa de suicídio, por isso “…eu quis o perigo e até sangrei sozinho…”.

FONTE: http://supertela.net/
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