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terça-feira, 29 de novembro de 2016

'Legião nunca foi tão atual', diz ator de musical sobre Renato Russo no DF


26/11/2016 16h13

'Legião nunca foi tão atual', diz ator de musical sobre Renato Russo no DF

Cantor nasceu no Rio, mas foi criado na capital; morte completou 20 anos.
Monólogo de Bruce Gomlevsky tem sessão única neste sábado, às 21h.

Mateus RodriguesDo G1 DF
Dez anos após a primeira montagem  do espetáculo "Renato Russo - O musical" – e 20 anos após a morte do cantor, em 1996 –, o ator Bruce Gomlevsky traz a peça de volta a Brasília neste sábado, em apresentação única. Ao G1, o artista disse que o texto não sofreu alterações nesse período e que, para ele, o repertório da Legião Urbana "nunca foi tão atual".
[O texto do musical] É relevante, e é cada vez mais atual porque o país não muda. É sempre um novo escândalo, uma nova questão. O Renato escreveu 'Que país é esse?' em 1978. É muito atual, não só pela questão política, mas questão da sexualidade. Ele era contra qualquer tipo de discriminação religiosa, sexual, de cor"
Bruce Gomlevsky, ator
"[O texto do musical] É relevante, e é cada vez mais atual porque o país não muda. É sempre um novo escândalo, uma nova questão. O Renato escreveu 'Que país é esse?' em 1978. É muito atual, não só pela questão política, mas questão da sexualidade. Ele era contra qualquer tipo de discriminação religiosa, sexual, de cor", diz Gomlevsky.
O monólogo musical estreou no Rio em 2006 e foi assistido por mais de 200 mil espectadores em 40 cidades, até 2011, em temporadas fixas e turnês. No ano de estreia, "Renato Russo - o musical" rendeu a Mauro Mendonça Filho o prêmio Shell de melhor direção.
Na época, Gomlevsky passou um mês em Brasília e teve a oportunidade de visitar locais citados nas letras de Renato Russo – a UnB e o Lago Norte da música "Dezesseis" e o Parque da Cidade de "Eduardo e Mônica", por exemplo.
"Sempre fui muito recebido em Brasília e pra gente, fazer a peça aqui tem um sabor especial. Afinal de contas, o Renato cresceu aqui, formou o Aborto Elétrico aqui, a Legião Urbana, tudo começou aqui. As pessoas cantam todas as músicas, participam, conhecem a vida dele", diz.
Homenagens
A relação do ator com o DF começou antes do espetáculo. Em 1999, Gomlevsky ganhou o prêmio de melhor ator de curta-metragem em 35mm do Festival de Cinema de Brasília, pelo curta "Cão-guia". Dessa vez, mesmo sem patrocínio ou verba de governo, o protagonista do musical e a produtora Bianca de Felippes decidiram retomar a peça e voltar a Brasília "por conta própria".
"    m muita gente, mas às vezes o monólogo é uma opção para não ser refém de patrocínio, de edital. Estamos voltando sem patrocínio nenhum. Tentamos captar esse ano, é um ano de eleição, de Olimpíada, mas pensamos em colocar essa aventura em cartaz. Estamos acreditando na força do público, na venda dos ingressos", afirma o ator.
O texto de Daniela Pereira de Carvalho inclui 22 canções do Aborto Elétrico e da Legião, cantadas por Gomlevsky e tocadas ao vivo no palco pela banda Arte Profana – a mesma da temporada original.
O roteiro começa na juventude punk de Renato Russo, nas ruas de Brasília, e vai até o sucesso nacional da Legião. Entre as cenas retratadas, está a confusão protagonizada pela banda em um show de 1988 no estádio Mané Garrincha – ao lado do centro de convenções que recebe o espetáculo neste sábado.
Vinte anos sem Renato
Em outubro, no mês em que a morte de Renato Russo completou 20 anos, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá voltaram a Brasília para um show da turnê "XXX" da Legião Urbana, em homenagem ao parceiro de música. O espetáculo celebrou os 30 anos do primeiro LP da banda.

Renato Russo em show da Legião Urbana em 1994 (Foto: Milton Michida/Agência Estado)
"Estamos festejando a história de nossas vidas. É interessante como essas elipses do tempo acontecem, a gente tem esse reencontro, a história toda. É tudo muito intenso. Estaremos ali homenageando o Renato, o Renato Rocha também, com um grande público, na cidade que é um certo emblema em as nossas vidas", afirmou Dado ao G1, dias antes do show.
Em 2013, o Estádio Nacional Mané Garrincha recebeu um evento de homenagem ao cantor. O show "Renato Russo Sinfônico" reuniu artistas da MPB e a Orquestra Sinfônica de Brasília para cantar sucessos da Legião. A surpresa ficou por conta de uma "participação especial" de Renato, em holograma.
Renato Russo - o musical
Data: sábado (26), às 21h
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental)
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos
Informações: 3554-4005

Fonte: http://g1.globo.com/


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá anunciaram o fim da turnê "Legião Urbana XXX anos"



RIO – Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá anunciaram o fim da turnê "Legião Urbana XXX anos". Na estrada desde outubro de 2015, a série de shows que percorreu o Brasil, relembrando os maiores sucessos da banda liderada por Renato Russo, se encerra no Rio, em 16 e 17 de dezembro, no Circo Voador.
Em comunicado, os músicos comemoram a volta ao lendário palco da Lapa, "já que foi ali, em 1983, onde - junto com o Renato, quando ainda éramos um trio - nos apresentamos pela primeira vez na cidade que depois viria a ser nossa casa", disseram.
No texto, os dois ainda se referem às disputas jurídicas com Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo. "Durante os últimos meses da turnê, ele moveu uma ação rescisória com o objetivo de derrubar a decisão judicial que nos deu o direito de utilizar o nome da Legião Urbana nas nossas atividades profissionais, mas por duas vezes a Justiça o rejeitou".
A briga não para por aí. "Paralelamente, ele move um novo processo tentando tirar dinheiro desse nosso trabalho por termos usado a 'marca' Legião Urbana, sem sequer prestar atenção ao fato de que a nossa não é uma turnê “da” Legião Urbana e sim a nossa forma de comemorar os 30 anos do nosso primeiro disco".



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/musica/dado-bonfa-encerram-turne-de-30-anos-da-legiao-urbana-com-shows-no-circo-voador-20448722#ixzz4QvAXaPcg 
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sábado, 12 de novembro de 2016

Filho de Renato Russo processa Legião Urbana por atual turnê, diz comunicado oficial




Se por um lado Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá estão felizes da vida com o mega sucesso da turnê Legião Urbana XXX Anos, por outro eles têm uma dor de cabeça para resolver. Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo, move um processo em cima dos integrantes por usar a ‘marca’ Legião Urbana.
“Para aqueles que regularmente nos consultam sobre os problemas jurídicos com o herdeiro do Renato, queremos lhes dizer que durante os últimos meses da turnê ele moveu uma ação rescisória com o objetivo de derrubar a decisão judicial que nos deu o direito de utilizar o nome da Legião Urbana nas nossas atividades profissionais, mas por duas vezes a justiça o rejeitou”, diz o comunicado oficial enviado à imprensa nesta quinta, 10. “Paralelamente ele move um novo processo tentando tirar dinheiro desse nosso trabalho por termos usado a “marca” Legião Urbana, sem sequer prestar atenção ao fato de que a nossa não é uma turnê “da” Legião Urbana e sim a nossa forma de comemorar os 30 anos do nosso primeiro disco. Essas questões estão nas mãos dos nossos advogados”, complementa.
Enquanto as brigas judiciais não se acertam, Dado e Bonfá celebram o fim da turnê que comemora os 30 anos do primeiro lançamento do grupo com dois show derradeiros no Rio de Janeiro. As apresentações vão acontecer dias 16 e 17 de dezembro no Circo Voador, local onde a banda se apresentou pela primeira vez na cidade, em 1983, quando ainda eram um trio.
“É chegada a hora de encerrar esse ciclo”, finaliza o comunicado que tem como objetivo maior agradecer a todos os envolvidos que fizeram esta turnê comemorativa ser inesquecível para banda e fãs.
A Legião Urbana vive


FONTE: http://virgula.uol.com.br/

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Uma obra atual até no próximo milênio



Foi no dia 11 de outubro de 1996, lembra o Uol, que o rock brasileiro perdia um de seus maiores expoentes. Renato Russo liderou a Legião Urbana e a transformou numa banda de 25 milhões de discos. Foi autor de canções que, 20 anos depois, ainda estão na ponta da língua de sua legião de seguidores.

O trabalho jornalístico produzido pelo Uol é um dos mais completos sobre Renato Russo, onde o leitor-fã encontrará uma homenagem em forma de obituário, fotos e infográficos que mostram o que mudou no Brasil desde o lançamento de ‘Perfeição’.
Eduardos e Mônicas da vida real também enviaram seus relatos para compor esta página, que conta ainda com depoimento de Paulo Ricardo, quiz, crítica e vídeo e, claro, música.
Em 11 de outubro de 1996, o rock brasileiro perdia um de seus maiores expoentes. Renato Russo liderou a Legião Urbana e a transformou numa banda de 25 milhões de discos. Foi autor de canções que, 20 anos depois, ainda estão na ponta da língua de sua legião de seguidores.
Neste especial o leitor encontra uma homenagem em forma de obituário, fotos e infográficos que mostram o que mudou no Brasil desde o lançamento de ‘Perfeição’. Eduardos e Mônicas da vida real também enviaram seus relatos a, que conta ainda com depoimento de Paulo Ricardo, quiz, crítica e vídeo e, claro, música.
“Ele afirmava ser ‘impaciente e indeciso’, declarava sua indignação com a sujeira das favelas e do Senado, clamava pelo amor ‘como se não houvesse amanhã’, posta a edição especial do Uol, anunciando a morte do maior ídolo do rock brasileiro, em matéria assinada por Fernanda Pereira Neves.
Leia a reprodução do texto
Renato Manfredini Júnior, mais conhecido como o cantor e compositor Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, morreu hoje, 11 de outubro de 1996, no Rio.
O poeta de uma geração, que ele chamou certa vez de “geração Coca-Cola”, tinha 36 anos. Estava magro, depressivo, recluso e morreu à 1h15 da madrugada, ao lado do pai, em seu apartamento em Ipanema.
Renato Russo tinha o vírus HIV há seis anos e estava com anorexia grave, segundo seu médico, Saul Bteshe.
“Ele morreu por causa de complicações da doença”, afirmou o médico à Folha. A mãe do artista, Carminha Manfredini, disse que “ele quis chegar ao fim. Não se suicidou, mas simplesmente não lutou”.
A cerimônia de cremação, acontecerá na manhã de hoje no cemitério São Francisco Xavier, no Caju (região portuária do Rio).
Comenta-se que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, companheiros dele na Legião Urbana, irão anunciar o fim da banda nos próximos dias.
Nascido na capital fluminense, Renato passou a maior parte da infância na Ilha do Governador (zona norte) com os pais e a irmã mais nova.
Era agitado, bem-humorado, nada tímido. Tirava notas boas na escola –desde matemática até história, lembra um colega–, ouvia de música clássica a Beatles dos pais e fazia imitações na frente da TV para divertir a irmã.
Mas foi em Brasília, na adolescência, que teve a relação com a música estreitada. Talvez por culpa de uma doença no ossos. Aos 14 anos, passou por uma cirurgia na perna e deu uma pausa na escola. Sem poder levantar, fez uma nova amiga: a vitrola ao lado da cama.
Foi um ano, talvez um ano e meio, ouvindo, tocando, escrevendo – inclusive um livro.
Ao se recuperar, transformou a música em uma forma de fazer amigos. “A gente trocava ideia pelos LPs. Descobrimos o movimento punk como uma forma de se manifestar num período de ditadura”, relata Bonfá, que aponta Renato como um “irmão mais velho”.
Os protestos, ideias e frustrações eram colocados no papel por Renato. Às vezes, eram rabiscos que demoravam para ganhar um fim. Chegavam a levar anos.
Outras vezes, suas letras eram trabalhadas pelos colegas como num jogral. “A gente fazia estilo banda de garagem, cada um falando o que vinha na cabeça”, diz Bonfá.
No fim, as canções eram apresentadas em shows do Abordo Elétrico e, depois, do Legião Urbana. Foi assim que Eduardo e Mônica se encontraram, que João de Santo Cristo se aventurou e morreu na capital federal e que uma geração se declarou filha da revolução.
A primeira banda durou menos de três anos, sem disco gravado. Já a Legião Urbana passou 14 anos em atividade, lançou oito discos de estúdio, vendeu cerca de 25 milhões de cópias e não há nenhum sinal de que esteja perdendo popularidade.
Contrariando o título (“Ainda É Cedo”) de um de seus primeiros sucessos, não é cedo para afirmar: a obra de Renato Russo ainda será atual no próximo milênio.
Fonte: http://www.notibras.com/

sábado, 9 de julho de 2016

Legião Urbana Cover Curitiba celebra 15 anos de carreira

Show de aniversário promete uma viagem pelo repertório da banda brasiliense

Legião Urbana Cover Curitiba (LUCC) celebra 15 anos de carreira no Teatro Bom Jesus. (Foto: divulgação)


ompletando 15 anos de carreira, a banda Legião Urbana Cover Curitiba (LUCC) se apresenta no Teatro Bom Jesus, no dia 13 de julho, às 20h30. Criada com o objetivo de matar as saudades de quem viveu naquela época e influenciar os mais jovens, a banda se destaca pela fidelidade sonora e visual com o grupo original e pela grande interação com o público durante os shows.
Com apresentações em quase todas as cidades do Brasil no currículo, a LUCC promete um espetáculo diferenciado dessa vez, em comemoração aos 15 anos de história. "A partir do momento em que esse show começar, faremos uma viagem pelo repertório desta que, sem sombra de dúvidas, é uma das melhores bandas de rock do Brasil", afirma Miro Penna, o vocalista do grupo, também formado por Marcos Hines (teclados, violão e voz), Diego Simm (contrabaixo), Edison Leite (guitarra) e Anderson Capa (bateria).
Escolhida pelo diretor Antônio Carlos da Fontoura para os shows de lançamento do filme "Somos tão jovens", a Legião Urbana Cover Curitiba é autorizada pela família de Renato Russo e considerada uma das melhores bandas cover do país. Os ingressos antecipados para o show comemorativo estão sendo vendidos pelo Disk Ingressos ao valor de R$ 40,00 (inteira) mais taxa administrativa.
Serviço:
Show Legião Urbana Cover Curitiba - 15 anos
Local: Teatro Bom Jesus
Endereço: Rua 24 de Maio, 135 - Centro - Curitiba (PR)
Data e horário: 13/07 às 20h30
Censura: livre
Informações: (47) 9655-3890 / contato@baseprodutora.com.br
Pontos de vendas: Quiosques Disk Ingressos
Site de vendas: www.diskingressos.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2016

MIS .Museu da Imagem e do Som de SP Começa a Restaurar Itens Da Exposição Sobre a Vida e Obra De Russo; CONFIRA O VÍDEO!

Renato Russo é um ícone do rock brasileiro e suas canções não saem da nossa memória, mesmo após quase duas décadas de sua morte. Em 2017, o MIS terá o prazer de apresentar pela primeira vez no país uma exposição inteiramente dedicada ao cantor e compositor.
Assista ao nosso vídeo exclusivo e acompanhe os bastidores do trabalho da equipe do Acervo do Museu que, além de catalogar inúmeros documentos relacionados à vida do artista, têm feito incríveis descobertas sobre o universo poético e singular de Renato Russo.




FONTE:www.behance.net



domingo, 15 de maio de 2016

Exposição inédita de Renato Russo vai reunir acervo intacto em 2017; veja

Uma exposição inédita promete revelar a intimidade do cantor Renato Russo em 2017. Os manuscritos, diários, discos, esculturas, quadros, desenhos, fotos e roupas que pertenciam ao líder da Legião Urbana serão embalados em breve, no apartamento na Rua Nascimento e Silva, no bairro de Ipanema, no Rio, onde Renato morou entre 1990 e 1996 (ano de sua morte).
A exposição inédita é uma parceria do filho de Renato, Giuliano Manfredini, com o MIS (Museu de Imagem e de Som de São Paulo). "Vamos criar do zero. Como fizemos com o Castelo Rá-Tim-Bum", explica o diretor do MIS, André Sturm.
Sturm já visitou o apartamento e se disse encantado com o vasto material guardado pelo cantor. "O apartamento está intacto, tem uma quantidade incrível de material. É o sonho de um museólogo, só para você ter ideia ele guardava 50 diários", contou Sturm.
Nos próximos dias, Sturm e sua equipe do MIS voltarão ao apartamento de Renato para fazer a triagem e o inventário de todo o acervo.
Apartamento intacto
No ano passado, Giuliano abriu as portas do apartamento para a reportagem doUOL. O próprio imóvel parecia um museu em si, já que permaneceu fechado e praticamente intacto por quase 20 anos. Está tudo do jeito que Renato deixou: seus discos de vinil, CDs, livros, móveis, esculturas, quadros, desenhos, fotos, discos de ouro e platina, porta-retratos, registro de nascimento, cadernos de estudos, roupas e até três espingardas, que decoram uma das paredes da sala.
FONTE:http://musica.uol.com.br/

sexta-feira, 13 de maio de 2016

6 coisas que você não sabia sobre Renato Russo

A banda Legião Urbana com certeza foi uma das melhores bandas que esse país já viu. O seu vocalista “Renato Russo” foi um dos grandes pilares desse sucesso, suas letras falavam o que as pessoas queriam ouvir e não tinham coragem de pedir. Com certeza ele iniciou uma nova era na música brasileira. Confira 7 curiosidades sobre esse grande gênio:
#1 – Em 1990, durante um show no Pacaembu em São Paulo, Renato Russo ironizou a banda “inimigos do Rei” que havia comentado dias atrás que a música deles (Uma Barata Chamada Kafka) era tão importante quanto “Pais e Filhos”, e Renato Russo disse no show: “Essa música é dedicada a todas as pessoas que acham que barata é mais importante que a pessoa que a gente ama”.
#2 – Eduardo e Mônica eram amigos de Renato na época que ele fez a música, claramente baseada no romance desse casal. “E a nossa amizade dá saudade no verão…”
#3 – Renato Russo, certa vez colocou uma bola de sorvete de morango no nariz, para brincar que era um palhaço, e foi atacado por um labrador.
#4 – Paralelamente à sua carreira com o Legião, Renato Russo gravou três discos solo: The Stonewall Celebration Concert (1993), Equilíbrio Distante (1995) e O Último Solo (1997).

#5 – Renato Russo também foi professor de inglês.
#6 – Renato Russo escreveu a música Índios após ter cortado os pulsos numa tentativa de suicídio, por isso “…eu quis o perigo e até sangrei sozinho…”.

FONTE: http://supertela.net/
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